Vocabulário: Crítica

Há mais de uma forma de dizermos “crítica” em inglês. O termo mais genérico é o substantivo “CRITICISM”, que pode ser empregado em um grande número de situações. Se quiser se referir à “crítica” publicada em jornais e revistas sobre atividades artísticas e culturais, o termo mais comumente usado é “REVIEW”. Não se deixe enganar pelo substantivo “CRITIC”, pois ele não quer dizer “crítica”. “CRITIC” é aquele que critica e, geralmente, designa o profissional especialista em uma determinada área contratado por um órgão de imprensa para dar sua opinião.

Cf. Falsos Cognatos: CRITICAL
  • Have you heard of Nellie McKay? Her CD is getting great reviews. (USA Today)
  • Você já ouviu falar de Nellie Mckay? O CD dela é um sucesso de crítica.
  • Scheme meets criticism across the political spectrum. (The Guardian)
  • Plano é criticado por todos os partidos.
  • Government statistics put local unemployment at 2.4%, but critics argue that the figure counts neither the underemployed nor casual workers. (CNN)
  • Segundo as estatísticas do governo, o desemprego é de 2,4%, mas os críticos argumentam que esse número não leva em conta o subemprego e nem o trabalho eventual.
Referência: "Dicionário dos Erros Mais Comuns em Inglês" de Ulisses Wehby de Carvalho - Editora Campus/Elsevier, 2005. Leia a resenha.

Falsos Cognatos: CRITICAL

CRITICAL = crítico; essencial

“CRITICAL” nem sempre quer dizer “crítico”. Em inglês, esse adjetivo pode também significar “essencial”, “vital” ou “indispensável”. Em português, “crítico” significa “grave”; “embaraçoso”; “perigoso”; “relativo a crítica ou a crise”. Observe os exemplos e tire suas próprias conclusões.
  • His wife’s salary was critical to the family’s plans to buy a new apartment.
  • O salário de sua esposa era essencial para os planos da família de comprar um apartamento novo.
  • He remains in hospital in a critical condition.
  • Ele continua hospitalizado em estado crítico.
  • That new software is definitely a mission-critical *application.
  • O novo software é com certeza um aplicativo vital para empresa.

Cf. Vocabulário: Crítica
Cf. Mais Falsos Cognatos

Referência: "Dicionário das Palavras que Enganam em Inglês" de Ulisses Wehby de Carvalho - Editora Campus/Elsevier, 2004. Leia a resenha.

Ortografia: FORTY

Se precisar grafar “quarenta” por extenso na língua inglesa, não se deixe enganar pelas grafias de “FOUR” (quatro) e “FOURTEEN” (quatorze). Escreva sempre “FORTY”, sem a letra “U”.

Cf. Adjetivos Numéricos
  • Forty years ago, things were very different. (The Guardian)
  • Quarenta anos atrás, as coisas eram bem diferentes.
Referência: "Dicionário dos Erros Mais Comuns em Inglês" de Ulisses Wehby de Carvalho - Editora Campus/Elsevier, 2005. Leia a resenha.

Gramática: Álbum

Em inglês, o plural de “ALBUM” (álbum, disco) é “ALBUMS”, com a letra “M” mesmo. Nem pense em usar “álbuns”, a forma plural que adotamos na língua portuguesa.

Cf. Ortografia: Confortável
Cf. DISCO
Cf. DISK
Cf. PRATO
  • In 2000, 19,000 new albums were released. (The Guardian)
  • Em 2000, 19.000 novos álbuns foram lançados.
Referência: "Dicionário dos Erros Mais Comuns em Inglês" de Ulisses Wehby de Carvalho - Editora Campus/Elsevier, 2005. Leia a resenha.

Falsos Cognatos: THEATER

THEATER = teatro; cinema (sala de exibição)

A palavra “THEATER” (AmE) ou “THEATRE” (BrE) nem sempre quer dizer “teatro”. Freqüentemente, ela é usada para se referir ao “cinema” (sala de exibição), aparecendo eventualmente precedida pela palavra “MOVIE”. A expressão “HOME THEATER”, cuja tradução pode ser “cinema em casa”, é mais um exemplo do emprego do substantivo “THEATER” com o sentido de “cinema”. O segundo exemplo a seguir mostra uma frase muito usada ao final dos trailers.
  • A cinematheque is a small movie theater that usually *shows classic films.
  • Uma cinemateca é uma pequena sala de cinema que geralmente exibe filmes clássicos.
  • Coming soon to a theater near you.
  • Em breve, em um cinema perto de você.

Cf
. TRAILER
Cf. Mais "Inglês Britânico X Inglês Americano"
Cf. Mais Falsos Cognatos

Referência: "Dicionário das Palavras que Enganam em Inglês" de Ulisses Wehby de Carvalho - Editora Campus/Elsevier, 2004. Leia a resenha.

Falsos Cognatos: ORCHESTRA

ORCHESTRA = orquestra; fosso; platéia

São muitas as palavras da língua inglesa que são polissêmicas, ou seja, que têm mais de um significado. Entretanto, não me lembro de qualquer outra que tenha três acepções aplicadas no mesmo local. Explico: “ORCHESTRA” pode significar três coisas diferentes em um teatro. Este substantivo pode designar a própria orquestra, o local em que ela se posiciona ou os assentos na platéia que ficam próximos à orquestra, ou seja, o piso principal do teatro. Quanta polivalência! No inglês britânico, o “fosso” é chamado de “ORCHESTRA PIT”.
  • And she does nine other songs with the orchestra as well. (USA Today)
  • E ela canta outras nove canções com a orquestra também.
  • In most theaters blacks were forced to sit on the balcony while the white patrons were allowed to sit in the better seats in the orchestra. (The Tredyffrin /Easttown School District website)
  • Na maioria dos teatros, os negros eram obrigados a se sentar no balcão ao passo que os brancos podiam se sentar nas melhores poltronas da platéia.

Cf. Mais "Inglês Britânico X Inglês Americano"
Cf. Mais Falsos Cognatos

Referência: "Dicionário das Palavras que Enganam em Inglês" de Ulisses Wehby de Carvalho - Editora Campus/Elsevier, 2004. Leia a resenha.

Pronúncia: THEM x THEN x THAN

Tenha bastante atenção quando falar qualquer uma das três palavras acima pois elas são pronunciadas de forma diferente. Nas três, o som do “TH” é idêntico ao da palavra “THEY”, ou seja, coloque a língua entre os dentes e procure imitar o som de uma abelha. Por razões óbvias, recomendo esta prática sempre que não houver ninguém por perto. Até aí, nada de novo, pois você já deve ter sofrido bastante para falar corretamente as palavras “THAT”, “THIS”, “THOSE” etc., não é mesmo? O que talvez seja novidade para você é o fato de as consoantes finais serem pronunciadas bem nitidamente na língua inglesa e não terem um som anasalado. Procure se lembrar daquela vez em que você ouviu um gringo perguntando “Tudo bem?”. Em português, produzimos um som anasalado quando falamos palavras terminadas em “M”. Faça o teste você mesmo: diga “vendem”, “também”, “cantam” etc. esticando o som da sílaba final. Agora tampe o nariz. Notou a diferença? Entretanto, na língua inglesa, pronuncie o “M” final com som de “M” mesmo, fechando bem os lábios.Omesmo se aplica ao “N” final. Se tiver acesso à Internet, faça a comparação entre o som de “THEM” e “THEN” consultando um dicionário online como, por exemplo, o Merriam-Webster. Aproveite para conferir também a diferença entre “THEN” e “THAN” (o som do “A” fica entre “é” e “a”, ou seja, um pouco mais aberto do que o “e” em “THEN”). Depois de fazer as comparações, leia a frase do exemplo e capriche na pronúncia.

Cf. Pronúncia: TH
  • I don’t miss them. I am more active now than then.
  • Não sinto a falta deles. Estou mais ativo agora do que naquela época.
Referência: "Dicionário dos Erros Mais Comuns em Inglês" de Ulisses Wehby de Carvalho - Editora Campus/Elsevier, 2005. Leia a resenha.

Vocabulário: Segunda Guerra Mundial

Ao nos referirmos à “Segunda Guerra Mundial”, podemos até dizer em inglês “SECOND WORLD WAR”. Contudo, a expressão mais comum é “WORLD WAR II”. Pronuncia-se “WORLD WAR TWO”. O mesmo princípio também se aplica à Primeira Guerra Mundial.

Cf. Preposições: Guerra contra o crime
  • Tell us your memories of the day World War II began. (BBC)
  • Fale-nos sobre as suas recordações do dia em que começou a Segunda Guerra Mundial.
Referência: "Dicionário dos Erros Mais Comuns em Inglês" de Ulisses Wehby de Carvalho - Editora Campus/Elsevier, 2005. Leia a resenha.

Pronúncia: Roupa

As palavras “CLOTH” (tecido, pano), “CLOTHE” (vestir) e “CLOTHES” (roupas; vestuário) têm muito pouca coisa em comum além da mera semelhança ortográfica. “CLOTH” é substantivo e pode ser usado em construções do tipo “A (PIECE OF) CLOTH” cujo significado é “um (pedaço de) pano” ou na formação de outras palavras como, por exemplo, “TABLECLOTH” (toalha de mesa) e “DISHCLOTH” (pano de prato). A forma plural é “CLOTHS”. “CLOTHE” é verbo, significa “vestir” e não é, como pode parecer, a forma singular de “CLOTHES”. Na hora de pronunciar essas palavras, lembre-se de que o “TH” em “CLOTH” é igual ao de “THINK”, mas o de “CLOTHE” é o mesmo de “THAT”. Embora não pareça, a pronúncia mais comum de “CLOTHES” é idêntica à do verbo “CLOSE”. Ou seja, não pronuncie a letra “E” e diga /klou z/, sem medo de errar. Como você pôde perceber, o “TH” não é o de “THINK” nem o de “THAT”.

Cf. UTENSÍLIO
Cf. COSTUME
Cf. Pronúncia: TH
  • Real men don’t buy clothes. (USA Today)
  • Homem de verdade não compra roupas.
Referência: "Dicionário dos Erros Mais Comuns em Inglês" de Ulisses Wehby de Carvalho - Editora Campus/Elsevier, 2005. Leia a resenha.

Vocabulário: Banda

Para dizer “banda” em inglês, você pode optar pelo substantivo “BAND”. Observe que “BAND” também significa “bando” e “aliança”, entre outras acepções. É curioso observar que a expressão “WEDDING BAND” pode, portanto, querer dizer “banda que toca em casamentos” ou “aliança de casamento”.

Cf. ALIANÇA
Cf. Falsas Gêmeas: MARRIAGE x WEDDING
  • According to the story, Ali Baba is gathering wood and witnesses a band of thieves enter a cave that opens when they say the words “Open Sesame”. (Encarta 98 Desk Encyclopedia)
  • De acordo com a história, Ali Babá está procurando lenha e vê um bando de ladrões entrar em uma caverna que se abre quando eles dizem “Abra-te Sésamo”.
  • Gran was forced two or three times to pawn her gold wedding band to buy us some food. (BBC)
  • Gran foi obrigada a penhorar sua aliança de casamento duas ou três vezes para nos comprar comida.
  • We are an experienced wedding band. Chose your own music from our song list.
  • Somos uma banda com experiência em festas de casamento. Escolha, em nosso repertório, suas músicas favoritas.
Referência: "Dicionário dos Erros Mais Comuns em Inglês" de Ulisses Wehby de Carvalho - Editora Campus/Elsevier, 2005. Leia a resenha.

Falsos Cognatos: POPULAR

POPULAR = amado, apreciado; popular (público); popular (barato)

O sentido de “popular”, “barato”, “econômico”, etc. não é a acepção mais comum de “POPULAR” na língua inglesa. Com muita freqüência, este adjetivo é empregado com o sentido de “muito conhecido”, “preferido”, “favorito”, “predileto”, “amado”, “apreciado”, “benquisto”, etc. Ao se deparar com “POPULAR”, tenha bastante cautela, pois ele nem sempre quer dizer o que parece.
  • She’s the most popular teacher in school. (Cambridge Advanced Learner’s Dictionary)
  • Ela é a professora mais querida da escola.

Cf
. Falsas Gêmeas: ECONOMIC x ECONOMICAL
Cf
. Mais Falsos Cognatos

Referência: "Dicionário das Palavras que Enganam em Inglês" de Ulisses Wehby de Carvalho - Editora Campus/Elsevier, 2004. Leia a resenha.

Falsas Gêmeas: HISTORIC x HISTORICAL

O adjetivo “HISTORIC” se refere a algo marcante ou notável que teve, tem ou terá importância histórica. Para se referir a algo relativo à história, ou seja, algo que retrate os hábitos de uma determinada época, use o adjetivo “HISTORICAL”. O relato em si pode ou não ter importância histórica.

Cf. Falsas Gêmeas: HISTORY x STORY
  • President Nixon made a historic visit to China in 1972.
  • O Presidente Nixon fez uma visita histórica à China em 1972.
  • He wanted to be remembered for his historical novels.
  • Ele queria ser lembrado por seus romances de época.
Referência: "Dicionário dos Erros Mais Comuns em Inglês" de Ulisses Wehby de Carvalho - Editora Campus/Elsevier, 2005. Leia a resenha.

Expressões Idiomáticas: Pegar o touro à unha

TAKE THE BULL BY THE HORNS

meet a difficulty with courage [pegar o touro à unha]
  • Her boss had ignored her hints about increasing her salary so she decided to take the bull by the horns and ask him directly.
  • Como seu chefe não tinha percebido as dicas que ela dava sobre aumento de salário, ela decidiu pegar o touro à unha e pedir diretamente para ele.

QUOTATION

"Put all your eggs in the one basket, and - WATCH THAT BASKET."

Mark Twain (1835-1910), U.S. author. Pudd'nhead Wilson (1894)

Confira o provérbio que deu origem à frase acima.

News: Inglês On-line

A Ana Luiza do excelente "Inglês On-line" fez menção ao "Tecla SAP" em post recente. Clique aqui para ler o texto completo. Aproveite para conhecer este excelente guia dos melhores sites na Internet para quem estuda ou ensina inglês.

Abraços a todos

Provérbios: É melhor prevenir do que remediar.

BETTER BE SAFE THAN SORRY.

[É melhor prevenir do que remediar. / O seguro morreu de velho.]

Business English: Concordata

CHAPTER 11
[Concordata]
  • They have filed for Chapter 11 bankruptcy protection.
  • Eles pediram concordata.
Quando uma empresa está em dificuldades financeiras, ela pode pedir concordata, ou seja, proteção contra os credores durante um tempo limitado para tentar se reorganizar. Em inglês isso é chamado de Chapter 11 em referência ao capítulo número 11 do Código de Falência dos Estados Unidos.
Referência: “OK! Curiosidades divertidas do inglês” de Jack Scholes - Editora Campus/Elsevier. Leia a resenha.

Textos Mastigados: Music teacher wins national teacher of year

SEATTLE, Washington (AP) -- When Andrea Peterson landed her first teaching job, she faced the daunting task of creating a music program with almost no money for supplies in a climate where music was seen as just providing a break for students and teachers.

Her creativity in overcoming those challenges is being honored with her recognition as national teacher of the year. An awards ceremony was to be held Thursday in Washington, D.C.

Peterson is only the second music teacher to receive the award in the 57 years it has been given by the Council of Chief State School Officers. Recipients are selected from the state teachers of the year.

Principal Wayne Kettler, who nominated Peterson, said he's worked with many outstanding teachers in his 22 years as an educator, but Peterson is "just that one step above anybody I've ever worked with before."

Kettler and others who have worked with Peterson at Monte Cristo Elementary School in the small northwest Washington community of Granite Falls note the ways she has integrated learning from other classrooms into her music program.

When students read S.E. Hinton's novel "The Outsiders," Peterson helped them write a 30-minute play with scenes from the book. They chose three Broadway tunes that focused on race, equality and social justice, the themes of the book. Peterson herself composed two other songs after classroom discussions about the play and the book.

"She really is an incredible instructor, one of the best I've ever seen regardless of grade levels and subject matter," said Joel Thaut, superintendent of the Granite Falls School District, which has 2,200 students.

Peterson, 33, has taught in the district for 10 years.

She says it's essential for schools to offer classes like art or music and physical education because they are the only thing that motivates some students to come back to school day after day.

"If you can tap into that motivation, you can get them to achieve higher at all levels," Peterson said before flying to Washington, D.C., with her husband and young daughter.

She started as a high school and middle school band teacher but had so few students to work with that she accepted a job working with younger children when she had the chance. Now, nearly every child who finishes fifth grade can read music and has an understanding of music theory and history.

Born in British Columbia, Peterson moved to the United States with her family when she was 8 and she graduated in 1991 from Onalaska High School in Onalaska, Washington.

She won an academic scholarship to enter the University of Washington's premed program, but switched majors after visiting her twin brothers at their music school in Colorado.

She earned bachelor's degrees in vocal and instrumental music and music education from the University of Washington in 1996.

Peterson will spend the next year out of the classroom, serving as a teacher advocate.

Reference: CNN

Vocabulário: Agudo

ACUTE; SHARP; HIGH-PITCHED
  • Doença aguda
  • ACUTE DISEASE
  • Inflamação aguda
  • ACUTE INFLAMMATION
  • Dor aguda
  • SHARP PAIN, ACUTE PAIN
  • Voz aguda
  • HIGH-PITCHED VOICE
Referência: "Vocabulário para Medicina Geral - Diagnóstico & Tratamento" de Suzana Gontijo, da Série Mil & Um Termos, SBS Editora.

Preposições: Guerra contra o crime

As preposições em inglês representam um verdadeiro pesadelo para muita gente, pois a lógica nem sempre impera. Por exemplo, sabemos que “AGAINST” é a preposição usada para dizermos “contra”. Entretanto, “ON” pode também significar “contra” como nas expressões “guerra contra o crime” e “guerra contras as drogas”. Portanto, tenha muita atenção ao verter para o inglês frases como as dos exemplos a seguir.
  • WAR ON CRIME
  • guerra contra o crime
  • WAR ON DRUGS
  • guerra contras as drogas
Referência: "Dicionário dos Erros Mais Comuns em Inglês" de Ulisses Wehby de Carvalho - Editora Campus/Elsevier, 2005. Leia a resenha.

Falsos Cognatos: ENTRÉE

ENTRÉE = prato principal
STARTER = entrada

Muito embora esta palavra tenha sido “emprestada” do francês e signifique “entrada” nesse idioma, em inglês ela significa “prato principal”. Observe que a grafia “ENTREE” também é correta, como podemos constatar na frase do exemplo. Para dizer “entrada” em um restaurante, use as palavras “STARTER” ou “APPETIZER”.
  • The *pasta is always a great choice for an entrée.
  • As massas são sempre uma excelente sugestão de prato principal.

Cf
. Mais Falsos Cognatos

Referência: "Dicionário das Palavras que Enganam em Inglês" de Ulisses Wehby de Carvalho - Editora Campus/Elsevier, 2004. Leia a resenha.

Pronúncia: Vogais

Pronunciar corretamente as palavras na língua inglesa é realmente um fantasma que assusta todos aqueles que estão começando a estudar e até mesmo os mais experientes. A razão deste temor não é infundada pois, em inglês, não há lógica quanto à pronúncia de muitas palavras. Existe, contudo, uma dica prática que pode nos ajudar nessas situações: as vogais não são pronunciadas como no alfabeto se forem seguidas de duas consoantes, sejam elas idênticas ou não. No alfabeto inglês, as vogais são pronunciadas assim: A /ei/, E, /i/, I /ai/, O /ou/, U /yu/. Observe que nos exemplos a seguir a mesma dica pode ser aplicada também para nomes próprios. Procure, portanto, lembrar-se desta 'regrinha' que diz o seguinte: VOGAL + 1 CONSOANTE = ALFABETO mas VOGAL + 2 CONSOANTES ALFABETO.

A /ei/
APE (macaco) /êip/ e APPLE (maçã) /É pol/
LATE (tarde) /lêit/ e BATTER (rebatedor) /BÉ ter/
PATIENT (paciente) /PÊI shant/ e PASSION (paixão) /PÉ shon/
FACE (rosto) /fêis/ e FACT (fato) /féct/
MAKE (fazer) /mêik/ e MARK (marcar) /mark/
LAME (insatisfatório) /lêim/ e DEPARTMENT (departamento) /di PAR t ment/
LAZY (preguiçoso) /lêizi/ e TALK (conversar) /tók/
[NICHOLAS] CAGE /keidj/ e [JAMES] CAGNEY /KÉG’ ni/

E /i/
FETUS (feto) /FI tâs/ e BETTER (melhor) /BÉ ter/
LENIENT (tolerante) /LI nient/ e LETTUCE (alface) /LÉ tuss/
BELOW (abaixo) /bi LÔU/ e BELLOW (gritar) /BÉ lou/

I /ai/
DINER (restaurante) /DAI ner/ e DINNER (jantar) /DI ner/
WRITE (escrever) /wrait/ e WRITTEN (escrito) /WRI tan/
DIME (10 centavos) /daim/ e DIMMER (dimmer) /DIM er/
MINE (mina) /main/ e MINNEAPOLIS (Minneapolis) /min e AP olis/
[PAUL] SIMON /SAI mon/ e [GENE] SIMMONS /SI mons/
MILES [DAVIS] /MAI ous/ e [ARTHUR] MILLER /MI ler/
FIGHT (lutar) /fait/ e FIRST (primeiro) /fârst/
BITE (morder) /bait/ e BIRD (pássaro; ave) /bârd/

O /ou/
LOBE (lóbulo) /loub/ e LOBBY (recepção) /LÓ bi/
BONE (osso) /boun/ e BONNET (chapéu feminino) /BÓ net/
POPE (papa) /poup/ e POTTERY (cerâmica) /PÓ teri/

U /yu/
CURE (curar) /kyur/ e CURRENT (corrente) /KÂ rent/
FUMES (vapores tóxicos) /fyumz/ e FUMBLE (tropeço) /fâmb’l/
MUCUS (muco) /MYU kâss/ e MUCH (muito) /mâtch/

A essa altura você já deve estar se perguntando: “Quais são as exceções?” Em se tratando de assunto tão complexo como é a pronúncia em inglês, nem poderia deixar de ser diferente. Portanto, essa “regra” tem algumas exceções, dentre elas: “TABLE” /tei’ bl/ (mesa), “BASS” /beis/ (contrabaixo) e “ISLAND” /ai’ land/ (ilha), entre várias outras. Evidentemente, essa dica não tem a pretensão de ser a solução definitiva para todas as dificuldades com a pronúncia das palavras em inglês. O objetivo é fornecer uma maneira prática de aumentar a probabilidade de acerto quando você não puder usar uma fonte de referência. Em suma, a melhor coisa a fazer é sempre consultar um bom dicionário de inglês para esclarecer eventuais dúvidas.
Referência: "Dicionário dos Erros Mais Comuns em Inglês" de Ulisses Wehby de Carvalho - Editora Campus/Elsevier, 2005. Leia a resenha.

Ortografia: Parlamento

Somente em inglês existe um “I” na palavra equivalente a “parlamento”. Observe os seguintes exemplos: “parlamento” (espanhol); “parlement” (francês); “parlamento” (português), mas “PARLIAMENT” em inglês. Contudo, essa letra “I” aparece somente na escrita pois ela não é pronunciada /PAR le ment/.

Cf. CADEIRA
Cf. POLICY
  • The Turkish parliament Thursday voted to allow the United States to use its airspace for strikes on Iraq. (CNN)
  • Na quinta-feira, o parlamento turco aprovou a medida que autoriza os Estados Unidos a usarem seu espaço aéreo para atacar o Iraque.
Referência: "Dicionário dos Erros Mais Comuns em Inglês" de Ulisses Wehby de Carvalho - Editora Campus/Elsevier, 2005. Leia a resenha.

Falsas Gêmeas: LEND x BORROW

A confusão criada entre “LEND” e “BORROW” pode ser facilmente esclarecida quando juntamos suas preposições correspondentes: “LEND TO” significa “emprestar (para alguém)” e “BORROW FROM”, “tomar emprestado (de alguém)”. Agora ficou mais fácil entender a diferença, não é?
  • Can I borrow your pen?
  • Você pode me emprestar sua caneta?
  • A loan shark is a person who lends money at exorbitant interest rates.
  • Agiota é a pessoa que empresta dinheiro a taxas de juros exorbitantes.
Referência: "Dicionário dos Erros Mais Comuns em Inglês" de Ulisses Wehby de Carvalho - Editora Campus/Elsevier, 2005. Leia a resenha.

Expressões Idiomáticas: Enrolar

BEAT AROUND THE BUSH (AmE) Also: BEAT ABOUT THE BUSH (BrE)

approach a subject indirectly, not come to the point [dar voltas; enrolar]
  • Why don't you get to the point instead of beating around the bush?
  • Por que você não vai direto ao assunto em vez de ficar enrolando?

Vocabulário: Fresco

Para dizermos o adjetivo “fresco” na língua inglesa, geralmente empregamos a palavra “FRESH”. Tenha cuidado, contudo, ao verter para o inglês as seguintes expressões dos exemplos.

Cf. ÁGUA DOCE
  • WET PAINT
  • tinta fresca
  • COOL WATER
  • água fresca
  • THE AIR IS COOL.
  • O ar está fresco.
  • FRESH AIR
  • ar fresco
  • FRESH START
  • recomeço
Referência: "Dicionário dos Erros Mais Comuns em Inglês" de Ulisses Wehby de Carvalho - Editora Campus/Elsevier, 2005. Leia a resenha.

Falsos Cognatos: DRAMATIC

DRAMATIC = dramático; acentuado; teatral

Além de significar “comovente”, “emocionante” e “dramático”, “DRAMATIC” pode ter o sentido de “surpreendente”, “impressionante”, “repentino”, “fabuloso”, “espantoso”, “acentuado”, etc., ou ainda “teatral”. Muitas vezes, a dramaticidade está evidente, como no primeiro exemplo a seguir, aparente, como no segundo, e inexistente como no terceiro e no quarto exemplos; portanto, use a palavra “dramático” para traduzir a frase do segundo exemplo se quiser destacar a dramaticidade causada pelo aumento do índice de desemprego.
  • Firemen are often involved in dramatic rescue missions.
  • Os bombeiros quase sempre trabalham em resgates dramáticos.
  • There has been a dramatic rise in the number of unemployed.
  • Houve um aumento substancial no índice de desemprego.
  • He was a dramatic critic for the New York Times.
  • Ele foi crítico teatral do New York Times.
  • An example would be the dramatic fall in prices of computers.
  • Um exemplo seria a queda acentuada nos preços de computadores.

Cf. DRAMA
Cf. Falsos Cognatos: THEATER
Cf. Mais Falsos Cognatos

Referência: "Dicionário das Palavras que Enganam em Inglês" de Ulisses Wehby de Carvalho - Editora Campus/Elsevier, 2004. Leia a resenha.

Falsas Gêmeas: ECONOMIC x ECONOMICAL

A confusão causada pelos adjetivos “ECONOMIC” e “ECONOMICAL” é de fato muito grande, pois as duas palavras querem dizer “econômico”. Elas são, contudo, empregadas em situações diferentes. “ECONOMIC” se refere àquilo que diz respeito a “economia”, a ciência que estuda os fenômenos econômicos. Dizemos, portanto, “ECONOMIC PLAN” (plano econômico), “ECONOMIC SANCTIONS” (sanções econômicas), “ECONOMIC THEORY” (teoria econômica) etc. “ECONOMICAL”, por sua vez, é sinônimo de quem ou aquilo que gasta pouco, o mesmo que “parcimonioso”, “frugal”, “regrado”, “moderado” etc. Não se deixe confundir com o substantivo “ECONOMICS” cujo significado é “economia”, a ciência que estuda os fenômenos relativos a produção, distribuição e consumo de bens.
  • French economic growth weakens. (CNN)
  • Diminui crescimento econômico francês.
  • Ask for the lowest rate, the most economical car. (USA Today)
  • Peça a diária mais barata, o carro mais econômico.
  • A former Economics Professor at Harvard, he was also Professor of Economics at Oxford from 1977 to 1980. (BBC)
  • Ex-professor de Economia de Harvard, ele também lecionou a mesma matéria em Oxford de 1977 a 1980.
Referência: "Dicionário dos Erros Mais Comuns em Inglês" de Ulisses Wehby de Carvalho - Editora Campus/Elsevier, 2005. Leia a resenha.

Gramática: PRESENT PERFECT

O Presente Perfeito costuma ser a fonte de muita dor de cabeça para os brasileiros justamente por não termos um equivalente exato em nosso idioma. As três frases a seguir usam o mesmo tempo em inglês mas poderíamos traduzi-las usando três tempos diferentes em português. Confira os exemplos com muita atenção.
  • I have been to New York many times.
  • Estive em Nova York muitas vezes.
  • I have worked for this company for three years.
  • Trabalho nesta empresa há três anos.
  • I have been very busy lately.
  • Tenho estado muito ocupado ultimamente.
Por que usamos só um tempo verbal em inglês? O que há de comum entre as três frases? A característica principal do “PRESENT PERFECT” é descrever uma ação que teve início em algum ponto do passado e que tem conexão com o presente ou para descrever ação no passado sem especificarmos a data. Ao analisarmos os três exemplos sob esta ótica, chegamos à conclusão de que eles têm de fato algo em comum. O tempo verbal mais usado na canção We are the champions do grupo inglês Queen é o Presente Perfeito. Como a letra da música é uma espécie de balanço da vida do grupo, o “PRESENT PERFECT” é usado para relatar os acontecimentos passados até o momento em que a canção foi composta. Observe que as frases extraídas da música são traduzidas com diferentes tempos verbais em português mas, na língua inglesa, use sempre o “PRESENT PERFECT” para descrever situações semelhantes.

Cf. CONHECER
Cf. PASSADO SIMPLES
  • I’ve paid my dues
  • Paguei minhas dívidas
  • I’ve done my sentence
  • Cumpri minha pena
  • (And bad mistakes) I’ve made a few
  • (E erros graves) Cometi alguns
  • But I’ve come through
  • Mas dei a volta por cima
  • I’ve taken my bows
  • Já me curvei em agradecimento
  • But it’s been no bed of roses
  • Mas não tem sido um mar de rosas
Referência: "Dicionário dos Erros Mais Comuns em Inglês" de Ulisses Wehby de Carvalho - Editora Campus/Elsevier, 2005. Leia a resenha.

Provérbios: O amigo se conhece na hora do aperto.

A FRIEND IN NEED IS A FRIEND INDEED.

[O amigo se conhece na hora do aperto. / É na hora do perigo que se conhece o amigo.]

Gírias: Procurar pêlo em ovo

NITPICK
[criticar e preocupar-se com detalhes insignificantes; procurar pêlo em ovo]
  • She’s always nitpicking.
  • Ela está sempre procurando pêlo em ovo.
To nitpick, ao pé da letra, significa “pegar lêndeas”. No sentido figurado, designa o ato incômodo de concentrar-se em picuinhas, principalmente para achar erros ou falhas. A pessoa que age assim é chamada a nitpicker, ou seja, um pentelho.
Referência: “OK! Curiosidades divertidas do inglês” de Jack Scholes - Editora Campus/Elsevier. Leia a resenha.

Ortografia: Prisioneiro

Em português, a palavra “prisioneiro” tem um “I” depois do “S”. Mas só em português. Tenha, portanto, bastante cautela e atenção quando precisar grafar “PRISONER” na língua inglesa. Lembre-se de que a grafia correta do termo equivalente a “prisão” é “PRISON”.
  • The Chinese government on Thursday released a Tibetan nun who had been a political prisoner for more than 14 years. (The New York Times)
  • Na quinta-feira, o governo chinês libertou uma freira tibetana que havia sido prisioneira política por mais de 14 anos.
Referência: "Dicionário dos Erros Mais Comuns em Inglês" de Ulisses Wehby de Carvalho - Editora Campus/Elsevier, 2005. Leia a resenha.

Tradução: Títulos de filmes

Segue mais um texto do excelente blog "A Arte da Tradução" da Carol Alfaro. Publiquei na semana passada este artigo, citei a fonte, pus o link mas me esqueci de mencionar o nome da autora. Desta vez, espero não ter dado nenhuma outra mancada.

Abraços a todos

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Uma das perguntas que mais ouço é: quem traduz os títulos dos filmes?

Pois finalmente saiu um artiguinho na imprensa - pequeno, simples e simpático - que explica como são criados os títulos de filmes estrangeiros no Brasil.

Criados, não traduzidos. Porque o tradutor não tem nada a ver com essa questão. Não por acaso, nem se faz menção ao tradutor no artigo.

Sorry... Qual é o nome mesmo?
por Meriane Morselli

Isso mesmo: os títulos não fazem parte da nossa jurisdição. Muitas vezes, nem sabemos qual é ou será o título de um filme que estamos traduzindo. Portanto, livre os pobres tradutores de filmes da culpa pelos títulos esquisitos, está bem? :o)

Textos Mastigados: Witness survives by pretending to be dead

BLACKSBURG, Virginia (CNN) -- A gunman who killed at least 30 people at one of two shootings on the campus of Virginia Tech Monday was dressed "almost like a Boy Scout," said a woman who survived by pretending to lie dead on a classroom floor.

Two people were killed in a separate incident about two hours earlier around 7:15 a.m at a dormitory on the campus. University police Chief Wendell Flinchum said police were still investigating whether the two incidents are related.

At a press conference Monday afternoon, Flinchum did not rule out a separate shooter for the dormitory incident. At the time of the later shootings at Norris Hall, police were investigating a "person of interest" in the dormitory shootings, Flinchum said. But the man -- a non-student who knew one of the victims -- had not been arrested, and it is unclear if he has any link to the other gunman, he said.

The death total at Norris Hall makes it the deadliest shooting in U.S. history. Erin Sheehan described the gunman -- who later shot and killed himself, according to police -- as a young man wearing a short-sleeved tan shirt and black ammunition vest.

He peeked in the door a couple of times before returning and opening fire with a black handgun, first on the professor and then on the students, she said.

"He was very silent," said Sheehan, one of only four students in her 25-student German class who were not shot. "He seemed very thorough about it."

Sheehan fell to the ground and pretended to be dead after the gunman's first entrance. But about 30 seconds later, the man returned and opened fire a second time "because I guess he heard us still talking."

"We forced ourselves against the door so he couldn't come in again because the door would not lock," Sheehan said. At that point, the man began firing through the door.

Flinchum said at a Monday night news conference that they had a preliminary identification of the shooter at Norris Hall but were not releasing it.

A law enforcement source close to the investigation told CNN a 22-caliber handgun and a 9 mm handgun were recovered at the scene.

Student Tiffany Otey was taking a test inside Norris Hall when the shooting began. She and about 20 other people took refuge behind a locked door in a teacher's office. "It was like a continuous gunfire, going off like every second or so," she said.

University President Charles Steger told reporters Monday night that police found the front doors of Norris chained shut and that by the time they got to the second floor, the gunfire stopped.

Asked why the campus, which has more than 26,000 students, was not shut down after the first shooting, Flinchum responded that police determined "it was an isolated event to that building and the decision was made not to cancel classes at that time." Steger added, "We had some reason to believe the shooter had left campus."

Spokespersons for hospitals in Roanoke, Christiansburg, Blacksburg and Salem told CNN soon after the shootings they were treating a total of 29 injured people from the incidents.

Sharon Honaker with Carilion New River Medical Center in Christiansburg said one of the four gunshot victims being treated there was in critical condition.

Scott Hill, a spokesman for Montgomery Regional Hospital in Blacksburg, said 17 wounded students were taken there.

The first reported shootings occurred at West Ambler Johnston Hall, a dormitory that houses 895 students. The dormitory, one of the largest residence halls on the 2,600-acre campus, is located near the drill field and stadium.

Amie Steele, editor-in-chief of the campus newspaper, said one of her reporters at the dormitory where the first shootings occured reported "mass chaos."

The reporter said there were "lots of students running around, going crazy, and the police officers were trying to settle everyone down and keep everything under control," according to Steele.

Student reports 'mayhem'

During the second shooting, two hours later, Student Matt Waldron said he did not hear the gunshots because he was listening to music, but heard police sirens and saw officers hiding behind trees with their guns drawn.

"They told us to get out of there so we ran across the drill field as quick as we could," he said.

Waldron described the scene on campus as "mayhem." "It was kind of scary," he said. "These two kids I guess had panicked and jumped out of the top-story window and the one kid broke his ankle and the other girl was not in good shape just lying on the ground."

Courtney Dalton, a 18-year-old student who worked at West End Dining Hall, said one of her friends had been killed. "All I can do is pray for his family now," she told CNN.com.

Laura Lisbeth, a 19-year-old sophomore, told CNN.com on Monday evening that while she was at Holtzman Alumni Center she saw one of her friends who had been shot in the arm. Lisbeth said she was shaken by the day's events. "I'm terrified," she said. "It's gonna be so hard to walk back into class and trust that nothing bad will happen."

Madison Van Duyne said she and her classmates in a media writing class were on "lockdown" in their classroom. They were huddled in the middle of the classroom, writing stories about the shootings and posting them online.

The university is updating students through e-mails, and an Internet webcam is broadcasting live pictures of the campus.

Last August, the first day of class was cut short by a manhunt for an escaped prisoner accused of killing a Blacksburg hospital security guard and a sheriff's deputy.

After Monday's shootings, students were instructed to stay indoors and away from windows, according to a university statement.

The university has scheduled a convocation for 2 p.m. ET Tuesday. Classes also have been canceled Tuesday. In Washington, the House and Senate observed moments of silence for the victims and President Bush said the nation was "shocked and saddened" by news of the tragedy.

"Today, our nation grieves with those who have lost loved ones," he said. "We hold the victims in our hearts, we lift them up in our prayers and we ask a loving God to comfort those who are suffering today."

Before Monday, the deadliest mass shooting occurred in 1991, when George Hennard drove a pickup truck into a Killeen, Texas, cafeteria and fatally shot 23 people, before shooting and killing himself.

The deadliest school shootings came in 1966 and 1999. In the former, Charles Joseph Whitman, a 25-year-old ex-Marine, killed 13 people on the University of Texas campus. He was killed by police.

In 1999, 17-year-old Dylan Klebold and 18-year-old Eric Harris -- armed with guns and pipe bombs -- killed 12 students and a teacher before killing themselves at Columbine High School in Littleton, Colorado.

CNN's Ashley Fantz and Jeanne Meserve contributed to this report.

Massa faz barba, cabelo e bigode!

Meus parabéns ao Felipe Massa que acaba de ganhar o Grande Prêmio do Bahrein. Mas não foi só, ele também conseguiu um "HAT TRICK". Mas o que quer dizer isso no automobilismo? Durante a transmissão da TV Globo, os jornalistas Cléber Machado e Reginaldo Leme explicaram ao público brasileiro o significado desta expressão inglesa. Trata-se de uma tarefa árdua: conquistar a pole position, fazer a volta mais rápida e vencer a corrida.

Eu conhecia a expressão empregada em outras modalidades esportivas. No futebol ou no hóquei, por exemplo, faz um "HAT TRICK" o jogador que anota três gols para a sua equipe. Mas até hoje, confesso, não havia encontrado uma tradução adequada para a língua portuguesa. Luciano Burti, ex-piloto de Fórmula 1 e convidado especial, deu uma sugestão, a meu ver, excelente: Barba, cabelo e bigode. Boa, Luciano!

Falsas Gêmeas: SMALL x LITTLE

“SMALL” e “LITTLE” são dois adjetivos usados para descrever algo que tem tamanho inferior à média. Para se referir somente à característica física, dê preferência a “SMALL”. Por sua vez, “LITTLE” denota algum sentimento, que pode ser de vários tipos: afeto, desprezo, surpresa, carinho etc.
  • I bought a present for their little daughter.
  • Comprei um presente para a filhinha deles.
  • Her parents have a small terrier.
  • Os pais dela têm um terrier pequeno.
  • My neighbor has a nasty little dog.
  • A minha vizinha tem um cachorrinho pentelho.
Referência: "Dicionário dos Erros Mais Comuns em Inglês" de Ulisses Wehby de Carvalho - Editora Campus/Elsevier, 2005. Leia a resenha.

Expressões Idiomáticas: Cair a linha


TO GET CUT OFF

To interrupt or break the line of communication of [cair a linha]
  • We were in the middle of the conversation and all of a sudden we got cut off.
  • Estávamos no meio da conversa e, de repente, a linha caiu.

Provérbios: Não ponha todos os ovos num só cesto.

DON'T PUT ALL YOUR EGGS IN ONE BASKET.

[Não ponha todos os ovos num só cesto.]

Uso: "D" de Dado

Ao soletrarmos uma palavra em português, principalmente ao telefone, muitas vezes nos vemos obrigados a usar uma palavra como exemplo para que não haja confusão entre duas letras que têm o som parecido. Ao telefone, “B”, “C”, “D”, “T” etc. podem causar mal-entendidos. Para evitar tais confusões, costumamos dizer “B de bola”, “C de casa” etc. Em inglês, a confusão também é evitada da mesma forma mas sem a preposição “de”. Se precisar usar esse recurso, diga “D AS IN DOG”, “C AS IN CANADA”, “V AS IN VICTORY” etc. Uma outra opção seria decorar o alfabeto internacional usado na aviação: Alpha, Bravo, Charlie...
  • “D” as in dog
  • “D” de dado
Referência: "Dicionário dos Erros Mais Comuns em Inglês" de Ulisses Wehby de Carvalho - Editora Campus/Elsevier, 2005. Leia a resenha.

Falsos Cognatos: Quando as semelhanças atrapalham


Quem é que nunca se confundiu ao se deparar com uma palavra em inglês que possui semelhança, fonética ou ortográfica, com um termo da língua portuguesa? Atire a primeira pedra quem não foi vítima, pelo menos uma vez, dos falsos cognatos. São muitos os exemplos de palavras que levam alunos de todos os níveis e até mesmo profissionais experientes a cair nas armadilhas criadas pelos "falsos amigos". Tenho certeza de que você já está pensando em alguns deles: exit, eventually, pretend, library, etc.

Sabemos muito bem que o esforço desprendido no início do processo de aprendizagem de uma língua estrangeira é de fato muito grande. Talvez por essa razão, instintivamente, comecemos a unir os vocábulos estrangeiros que são parecidos com alguma palavra de nosso idioma materno como nos casos de term e "termo", part e "parte", vocabulary e "vocabulário", etc. Dessa forma, podemos dar mais atenção àqueles termos cuja memorização é mais trabalhosa, por exemplo, think, ox, learn, tired, bee, obnoxious, flabbergasted, etc.

Não há nada de errado com esse processo, pois, afinal de contas, as duas línguas possuem um número muito grande de palavras parecidas. Muito bem, se há muito mais cognatos verdadeiros do que falsos, qual o motivo de tanta preocupação? Não bastaria decorar uma lista com os principais falsos cognatos e o assunto estaria resolvido? Se o problema fosse só esse, a resposta a essa pergunta poderia até ser afirmativa.

Vale ressaltar que os mal-entendidos causados pelos falsos cognatos não se limitam ao momento em que são traduzidos, pois seus efeitos podem se materializar até mesmo em fase anterior à tradução, ou seja, durante a leitura e a interpretação de um texto oral ou escrito. Portanto, as suas vítimas não se restringem aos alunos iniciantes que ainda não conseguem "pensar" em inglês. Até mesmo os mais fluentes no idioma, que não recorrem à tradução das palavras para compreenderem um texto, podem eventualmente se confundir.

Os falsos cognatos podem ser divididos em duas categorias: puros e eventuais. Os primeiros são termos que nunca significam o que parecem querer dizer. Por exemplo, library não é "livraria", pretend não quer dizer "pretender", exit jamais significa "êxito", jest nunca é "gesto", straight não quer dizer "estreito", entre muitos outros. As palavras que se enquadram no segundo grupo, também chamadas de polissêmicas, podem eventualmente ser traduzidas pelo termo cognato em português. Há, entretanto, outros significados importantes que merecem destaque. Por exemplo, service pode significar "serviço" mas também "culto (religioso)", union quer dizer tanto "união" quanto "sindicato", justice pode ser "justiça" e "juiz", Jordan significa "rio Jordão" e "Jordânia", o verbo introduce pode ser traduzido por "introduzir" e "apresentar", bachelor é "bacharel" e "solteiro", etc. Nem sempre a acepção cognata é a mais comum embora, na grande maioria das vezes, seja a escolhida pelo brasileiro. O outro significado acaba geralmente sendo preterido.

A influência nem sempre é nociva
A segunda metade do século XX marcou o período em que a língua inglesa passou a exercer influência significativa sobre a língua portuguesa, muito maior do que a exercida por outros idiomas. As razões dessa ascensão do inglês ao status de língua universal foram amplamente debatidas em uma série de artigos publicados recentemente nesta revista. Dentre elas, pode-se destacar os predomínios econômico, político, cultural, técnico e científico das nações de língua inglesa e a evolução tecnológica sem precedentes dos meios de comunicação. Não há dúvida de que ao longo da história as línguas influenciaram e sofreram influência de outros idiomas, haja vista a presença de termos oriundos do latim, do grego e do francês, entre outras, no português falado nos dias de hoje. Para citar apenas alguns empréstimos do século passado, há os casos de "futebol", "abajur", "buquê", já aportuguesados, e "milk-shake", "shopping center", "mouse", etc., que foram assimilados mantendo-se a grafia original e já estão dicionarizados. O que mudou na verdade foi a velocidade com que essa influência passou a ocorrer. Transmissões via satélite, Internet, TV a cabo, telefonia móvel, e-mail, vídeo-conferência, etc. estão tão presentes no cotidiano dos grandes centros urbanos que, por vezes, nos esquecemos de que eles não existiam poucas décadas atrás. Conseqüentemente, termos da língua inglesa aportam em nosso idioma com freqüência e volume nunca observados anteriormente.

Não defendo a "reserva de mercado" da língua portuguesa, pois tentar engessar um idioma é o mesmo que condená-lo à morte. Não sou purista radicalmente contrário à presença de neologismos e não gostaria de deixar essa impressão. Gosto mesmo é de "futebol" e não de "ludopédio" nem de "balípodo". Gostemos ou não de transformações, as línguas irão acompanhar as mudanças das sociedades e das culturas em que estão inseridas. Por outro lado, mesmo correndo o risco de parecer incoerente, não creio que devamos aceitar passivamente essa onda, quase maremoto, de estrangeirismos. Nem tanto ao mar, nem tanto à terra. Acredito que precisamos estar sempre atentos para detectar as falsas semelhanças que podem induzir a equívocos de comprensão de texto e fazer com que sejam cometidos deslizes involuntários.

Ninguém, suponho, confunde shopping com "chope" mas, dentre os vocábulos da língua inglesa que são incorporados ao nosso idioma, os que possuem semelhança com termos de nosso idioma têm grande potencial de causar confusão. Os efeitos causados pela presença de termos da língua inglesa em nosso idioma podem ser divididos em quatro grupos. Destes, apenas um pode ser prejudicial à nossa língua:

Revitalização de palavras menos comuns
O substantivo "acurácia" passou a dividir espaço com "precisão", "congratular" está quase tão conhecido quanto "elogiar", o termo "audiência" passou a ser empregado mais freqüentemente como sinônimo de "público" ou "platéia", "encorajar" é quase tão comum nos dias de hoje quanto "incentivar". É claro que devemos o emprego mais freqüente desses termos da língua portuguesa às palavras accuracy, congratulate, audience e encourage.

Criação de novas palavras
Em geral, não há tradução consagrada em português para os vocábulos que descrevem inovação científica ou tecnológica. Os exemplos são "software", "air bag", "scanner", entre muitas outras. É evidente que pode haver mais de uma alternativa aceitável de tradução para essas palavras. No intuito de se evitar eventuais ambigüidades, entretanto, técnicos, cientistas e profissionais de uma determinada área acabam adotando a forma original. Como o acesso a manuais, documentos, trabalhos científicos, etc. em inglês está cada vez mais facilitado, esses termos se consagram em inglês mesmo e, se são usados pelos especialistas, nenhum outro indivíduo se atreve a modificar o que já está enraizado entre os conhecedores do assunto. Acho que não há muito o que possa ser feito, pois os termos já estão bastante difundidos. Também acredito que esse não é um problema grave para a nossa língua. Esse é o tipo de influência que pode ser classificada, muitas vezes, como benéfica.

Modismo
O emprego na língua portuguesa de palavras inglesas para as quais há tradução consagrada em português, por exemplo, delivery, diet, low profile, etc. não passa de modismo grotesco e infundado. As pessoas que as usam têm a ilusão de estar na moda ou acham que estão demonstrando inteligência, bagagem cultural, etc. Trata-se, na verdade, de comportamento que denota afetação tola e descabida. O que há de errado com "entrega em domicílio", "dietético" e "discreto"? Não estou nem falando das asneiras lingüísticas cometidas por quem quer demonstrar ter o conhecimento que não tem. Você nunca ouviu uma emergente dizer algo do tipo "vou ter aula com o meu personal training"? Ela não sabe que chique é falar duas ou mais línguas, mas sempre uma de cada vez! Em geral, o uso de vocábulos e expressões redundantes não resiste ao teste do tempo e não chega a ser nocivo para o idioma pátrio.

Criação de significados esdrúxulos
Mal maior, a meu ver, ocorre quando brasileiros passam a traduzir incorretamente termos da língua inglesa e acabam deturpando o significado de vocábulos da língua portuguesa. Um exemplo disso é o que aconteceu com a palavra "consistente". Pelo fato de consistent também significar "coerente" e "constante", o adjetivo "consistente" passou a ser empregado com esses sentidos. É comum vermos a expressão "informações consistentes" quando se quer dizer "informações coerentes". Esse fenômeno ocorre, na minha opinião, devido a dois fatores: falta de conhecimento de nosso idioma e a velocidade com que as palavras em inglês transitam pelo mundo hoje em dia. Há inúmeros exemplos nessa categoria: education (muitas vezes "educação" é o termo usado quando se quer dizer "escolaridade"); plant ("planta" é quase sempre a palavra usada na tradução quando se quer dizer "fábrica" ou "usina"); industry (usa-se "indústria" em situações em que "setor (econômico)" seria mais indicado); application ("aplicação" é por vezes a opção adotada nos casos em que "requerimento" seria a palavra ideal); freeze (já ouvi alguém empregar o verbo "frisar" com o sentido de "congelar"!), entre muitos outros. Estou cansado de ouvir gente dizendo que vai "introduzir" alguém quando se quer dizer simplesmente "apresentar" uma pessoa!

Os termos estrangeiros costumam desembarcar na língua portuguesa por meio das pessoas bilíngües. Por esse motivo, nós, os bilíngües profissionais, temos uma responsabilidade ainda maior do que a dos amadores. Professores em geral, mais notadamente os de inglês e de português, tradutores, intérpretes e outros profissionais da área desempenham papel preponderante na formação lingüística e cultural de grande parte da população. Assim como os escritores, estamos constantemente reinventando a língua de nosso país. É evidente que não somos os únicos a desempenhar essa tarefa. Todos, em maior ou menor grau, contribuem para que a língua portuguesa se mantenha viva e vibrante. O único diferencial é que nós estamos na linha de frente e devemos prestar especial atenção àquelas palavras que possuem semelhança com outros termos da língua portuguesa, pois elas são armadilhas muito bem dissimuladas.

Embora acredite que a soberania nacional não está ameaçada por uma invasão de estrangeirismos, metaforicamente, podemos nos considerar guardiões da língua portuguesa. Não me refiro, é claro, a um grupo radical que impõe a repressão xenófoba, castradora e intransigente mas sim a profissionais que, com equílibrio, apontam onde estão os excessos, as redundâncias, os modismos tolos, enfim, o que é supérfluo. Podemos e devemos oferecer orientação e outras alternativas de tradução para os mais incautos. Sem paranóia.


Cf
. Falsas Gêmeas
Cf. Falsos Cognatos
Cf. Resenha do "Dicionário das Palavras que Enganam em Inglês"

O autor
Ulisses Wehby de Carvalho é Intérprete de Conferência e autor dos livros O Inglês na Marca do Pênalti (Disal Editora, 2003), Dicionário das Palavras que Enganam em Inglês (Campus/Elsevier, 2004) e Dicionário dos Erros Mais Comuns em Inglês (Campus/Elsevier, 2005). Veja currículo completo.